Vigilante Aprendiz: Jornada de Trabalho
O chamado “vigilante aprendiz” não pode atuar como vigilante de fato, mas quando está no programa de aprendizagem dentro da área de segurança privada, ele segue regras específicas de jornada.
📌 Carga horária permitida:
Máximo de 6 horas por dia
Até 30 horas semanais
👉 Isso acontece porque o jovem aprendiz precisa conciliar:
Trabalho
Estudo
Formação profissional
⚠️ Atenção
Mesmo dentro de empresas de segurança:
❌ Não pode portar arma
❌ Não pode atuar como vigilante operacional
❌ Não pode fazer ronda ou atividade de risco
✔️ Atua apenas em funções de apoio (administrativo, portaria, recepção, etc.)
📜 O que diz a lei?
A regra da jornada vem da Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000):
Jornada de 6h para quem ainda estuda
Pode chegar a 8h somente se já tiver concluído o ensino médio (e com parte teórica incluída)
💬 Resumo direto
👉 Vigilante aprendiz não é vigilante formado
👉 Trabalha no máximo 6h por dia
👉 Foco é aprendizado, não risco
Mulher na segurança privada
A presença feminina na segurança privada no Brasil cresce, representando cerca de 9% a 15% dos profissionais e ocupando 40% das vagas em centros de formação. Elas atuam em vigilância patrimonial, escolta e gestão, destacando-se pela inteligência emocional e técnica. A área oferece escala 12x36 e desafios como preconceito e desigualdade salarial.
Cenário Atual e Destaques
Crescimento: A participação feminina tem aumentado significativamente, com mulheres ocupando posições de destaque, incluindo a supervisão e gestão.
Formação: Cerca de 40% dos alunos em centros de formação de vigilantes já são mulheres, indicando um aumento contínuo na força de trabalho.
Habilidades: Mulheres na segurança trazem inteligência emocional, comunicação eficiente, discrição e uma abordagem humanizada para o setor.
Áreas de Atuação: Atuam em vigilância patrimonial, recepção, escolta armada e monitoramento.
Desafios e Igualdade
Preconceito e Salário: Apesar dos avanços, a desigualdade salarial e o preconceito de gênero ainda são desafios enfrentados.
Combate à Discriminação: O setor busca combater práticas abusivas, promovendo a igualdade de oportunidades e o respeito profissional.
Oportunidades e Formação
Curso de Formação: As mulheres podem realizar o curso de formação de vigilante, que é regulamentado e abre portas para o mercado de trabalho.
Escala de Trabalho: A escala de trabalho de 12x36 é comum na área, permitindo flexibilidade.
A presença feminina na segurança privada quebra paradigmas e contribui para um setor mais justo e eficiente
A desvalorização do vigilante prejudica toda a sociedade, resultando em serviços de segurança ineficientes, aumento da criminalidade e maior vulnerabilidade em locais públicos e privados. Profissionais mal remunerados ou desmotivados comprometem a proteção, gerando riscos físicos e patrimoniais.
Quem perde com a desvalorização:
A Sociedade e Contratantes: Aumento da insegurança em bancos, condomínios e empresas devido à diminuição da eficiência na prevenção de crimes.
Os Profissionais (Vigilantes): Sofrimento com baixos salários, condições de trabalho precárias e falta de reconhecimento, gerando desmotivação e riscos à saúde mental e física.
A Proteção ao Patrimônio: A falta de treinamento e de valorização adequados pode levar a falhas na segurança, colocando em risco a integridade de bens e pessoas.
A falta de valorização também reflete na dificuldade de garantir direitos, como o reconhecimento da periculosidade e a aposentadoria especial, que frequentemente são negados ou restringidos
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Uso obrigatório em serviço
Estar com RG
Ela é nosso porte de arma em serviço
Por que o Vigilante Patrimonial não pode andar uniformizado na rua?
O vigilante patrimonial exerce uma função essencial, regulamentada pela Polícia Federal, conforme a Lei nº 7.102/83 e as normas que regem a segurança privada no Brasil. O uso do uniforme não é apenas uma vestimenta — é um símbolo de autoridade dentro de um posto de serviço específico.
🚫 Motivos pelos quais não pode circular uniformizado fora do serviço:
1️⃣ Uso restrito ao local de trabalho
O uniforme identifica o vigilante como profissional em serviço. Fora do posto, ele não está formalmente escalado nem coberto pelas mesmas responsabilidades operacionais.
2️⃣ Segurança do próprio profissional
Circular uniformizado na rua pode expor o vigilante a riscos, como ser alvo de criminosos que o identificam como agente de segurança.
3️⃣ Responsabilidade da empresa
O vigilante só deve estar uniformizado durante a jornada contratada. Fora desse período, a empresa pode ser responsabilizada por eventuais ocorrências.
4️⃣ Preservação da imagem da categoria
O uso inadequado do uniforme pode gerar interpretações erradas da população e prejudicar a credibilidade da profissão.
O vigilante esta ali para manter a ordem e a segurança de todos do local , respeite ,fale educamente ele não é seu funcionario e nao é da sua familía .
Trate ele do mesmo modo que você gosta de ser tratado
Respeite para ser respeitado
Vigilante , temos que voltar pra casa , lá tem alguém esperando você la , na empresa somos números , caso aconteça algo no mesmo dia vai ter outra pessoa no local e na sua casa ,na vida do seu filho , da sua mãe s
Vamos ficar em alerta
O VSPP (Vigilante de Segurança Pessoal Privada) NÃO pode efetuar disparo de arma de fogo apenas para intimidar ou “assustar” alguém.
📌 Motivos principais:
🔹 A arma é último recurso
De acordo com a Lei nº 7.102/83 e as normas da Polícia Federal, o uso da arma de fogo deve ocorrer somente em situação real de agressão injusta, atual ou iminente.
🔹 Disparo para o alto é crime
Atirar “para o alto” ou “para assustar” pode configurar:
Disparo de arma de fogo (crime previsto no Estatuto do Desarmamento – Lei 10.826/2003)
Colocar vidas em risco (a bala sobe e desce, podendo atingir inocentes)
🔹 Uso proporcional da força
O vigilante deve seguir os princípios:
Legalidade
Necessidade
Proporcionalidade
Moderação
🔹 Responsabilidade civil e criminal
Um disparo indevido pode gerar:
Prisão
Perda da reciclagem/credenciamento
Processo contra o profissional e contra a empresa
⚖️ Quando o disparo é permitido?
Somente em legítima defesa, quando houver risco real de morte ou grave ameaça, e não houver outro meio eficaz para cessar a agressão
Estatuto da segurança privada
🛡 1. Nova base legal e objetivos
* O Estatuto foi sancionado em 9 de setembro de 2024 e substitui a antiga lei de 1983, trazendo uma regulação moderna para o setor de segurança privada – adaptada às novas tecnologias e desafios atuais. �
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📋 2. Ampliação e definição de atividades regulamentadas
O novo estatuto amplia o escopo de atividades que são consideradas segurança privada, incluindo:
✔ Monitoramento eletrônico de segurança (CFTV, rastreamento e alarmes). �
✔ Segurança em eventos de grande porte e espaços públicos/privados. �
✔ Serviços de escolta e transporte de valores com regras específicas. �
Essas atividades estavam pouco ou mal regulamentadas na legislação anterior. �
ESSP Segurança Privada
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ESSP Segurança Privada
👮♂️ 3. Exclusividade e regras de atuação
* Proibição de vigilantes autônomos ou cooperativas sem registro: só podem atuar profissionais vinculados a empresas autorizadas pela Polícia Federal. �
* A Polícia Federal passa a ser a principal autoridade responsável pela autorização, fiscalização e controle das empresas e profissionais do setor. �
Serviços e Informações do Brasil
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🔫 4. Regras mais rígidas sobre armas e equipamentos
* Exigência de controle rigoroso de armas e munições: devem estar registradas no Sistema Nacional de Armas e sob controle da empresa. �
* Armas só podem ser usadas pelos vigilantes durante o serviço e conforme autorização específica. �
Essas medidas visam reforçar a gestão de armamentos e reduzir a informalidade e riscos associados. �
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🧑🎓 5. Qualificação profissional e cadastro
* Criação de regras mais claras para formação e certificação de profissionais, incluindo cursos reconhecidos e treinamentos periódicos. �
* Previsão de um Cadastro Nacional de Profissionais de Segurança Privada. �
CIDESP
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💼 6. Requisitos para empresas
* Novos critérios para autorização e operação: exigência de capacidade técnica e financeira, antecedentes criminais dos dirigentes e planos de continuidade de atividades. �
* Empresas que atuam no transporte de valores ou serviços de alto risco precisam comprovar capital mínimo maior (ex.: até R$2 milhões em alguns casos). �
CIDESP
Goiás Segurança
⚖️ 7. Penalidades e controle
* Ampliação das penalidades para quem atua irregularmente: multas, cancelamento de autorização e até prisão em casos graves (ex.: clandestinidade com uso de armas). �
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📊 8. Impactos no setor
✔ Formalização de profissionais que atuavam na informalidade (estima-se que até centenas de milhares podem passar a ter registro). �
✔ Melhora na segurança jurídica e na integração com segurança pública. �
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Senado Federal
🧠 Resumo das principais mudanças
Antes: regras antigas, fragmentadas e pouco adaptadas à realidade tecnológica e social.
Agora com o novo Estatuto:
➡ Regulação mais ampla e moderna das atividades de segurança. �
➡ Fortalecimento da fiscalização pela Polícia Federal. �
➡ Requisitos mais rígidos para empresas e profissionais. �
➡ Inclusão do monitoramento eletrônico e de novos serviços no rol regulado. �
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A lei e as obrigações da empresa
CLT (Art. 199): Este artigo obriga que os empregadores forneçam assentos aos funcionários que trabalham em pé para que os usem nas pausas que o serviço permitir.
Norma Regulamentadora 17 (NR 17): A norma de ergonomia estabelece diretrizes para adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, visando o conforto, a segurança e a saúde. Ela determina que, sempre que possível, o trabalho seja executado na posição sentada, e que assentos adequados sejam disponibilizados
Como o dano moral é configurado
A simples falta do assento, por si só, pode gerar o direito à indenização. No entanto, o dano moral é concretizado quando o trabalhador é submetido a uma condição de trabalho degradante, que gera sofrimento físico e psíquico, viola sua dignidade ou causa prejuízos à sua saúde.
Os requisitos para a configuração do dano moral incluem:
Conduta humana: O ato da empresa de não fornecer o assento.
Culpa ou dolo: A negligência ou a intenção da empresa em descumprir a legislação.
Nexo causal: A relação direta entre a falta do assento e o prejuízo sofrido pelo trabalhador.
Dano: O sofrimento, constrangimento ou humilhação resultantes da situação.
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Institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras; altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), a Lei nº 10.446, de 8 de maio de 2002, a Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de 2002, a Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); revoga a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, a Lei nº 8.863, de 28 de março de 1994, e dispositivos da Lei nº 11.718, de 20 de junho de 2008, da Lei nº 9.017, de 30 de março de 1995, e da Medida Provisória nº 2.184-23, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências
Um vigilante é um profissional da segurança que tem a função de proteger pessoas e patrimónios, atuando em estabelecimentos públicos ou privados através de monitoramento, rondas e controle de acesso para prevenir e identificar ameaças
Um Vigilante de Segurança Pessoal Privada (VSPP), ou guarda-costas, é um profissional treinado para proteger a integridade física e a vida de pessoas que correm riscos devido à sua exposição pública, posição social ou financeira. Sua atuação é focada em prevenção e proteção em deslocamentos e eventos
Um vigilante de escolta armada é um profissional de segurança privada responsável por garantir a proteção de cargas e pessoas durante o transporte, atuando de forma preventiva para evitar roubos e outros ataques, e pronto para agir em emergências. Ele planeja rotas, monitora ameaças e deve estar em conformidade com regulamentos da Polícia Federal, que autoriza esse tipo de serviço.
Um vigilante de carro-forte é um profissional de segurança privada especializado no transporte e proteção de valores, exigindo formação específica para a função, que inclui o curso de vigilante e a extensão em transporte de valores. A função, que envolve alto risco e organização, conta com diferentes posições, como o vigilante motorista, o chefe de equipe e os vigilantes de escolta
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G-G4GS53CEN1
Erros que os vigilantes acabam caindo no local de trabalho
Piloto automatico
Comunicação falha
Não conhece o procedimento do posto
Excesso de confiança
Postura inadequada
Não registra as ocorrências no livro
Além de outras falhas graves
Falar demais
Achar que é o Don Ruan
Se achar o dono do posto
Achar que nunca vai acontecer nada